16 março, 2011

ADVOGADOS TÊM ATÉ O DIA 21 DE MARÇO PARA REGULARIZAR SUA SITUAÇÃO E PARTICIPAR DA ELEIÇÃO PARA O QUINTO DO TRT-6

Os advogados que estão com anuidades em atraso e não querem deixar de participar das Eleições do Quinto Constitucional para o Tribunal Regional do Trabalho (TRT-6) devem regularizar o mais rápido possível a sua situação. Isso porque a diretoria da OAB-PE, em reunião nesta segunda-feira (dia 14), resolveu atender aos inúmeros pedidos de dilatação do prazo para que os advogados fiquem aptos a votar. Agora, é preciso quitar todas as anuidades em atraso até o próximo dia 21 de março – próxima segunda-feira.

“Como esta é a primeira vez que os advogados serão diretamente consultados para a elaboração da lista sêxtupla de candidatos aos cargo de desembargador do TRT-6, muitos advogados acabaram não se atentando para o prazo de pagamento dos débitos até o dia 14 de março e nos solicitaram esse adiamento. A diretoria, por unanimidade, acatou em estender esse prazo em mais uma semana”, explica o presidente da OAB-PE, Henrique Mariano.

Segundo ele, não haverá nova prorrogação. Os pagamentos de anuidade feitos após o dia 21 de março de 2011 não permitirão que o advogado possa votar na lista sêxtupla. A Eleição está prevista para o dia 14 de abril.

Fonte: site da OAB/PE

03 março, 2011

QUINTO CONSTITUCIONAL DO TRT-6: ADVOGADOS DEVEM ESTAR EM DIA COM ANUIDADES ATÉ 14 DE MARÇO DE 2011

Transcrevo noticia da OAB/PE para os advogados:

Os advogados que estão com anuidades em atraso e não querem deixar de participar das eleições 2011 para escolha da lista sêxtupla de candidatos ao cargo de Desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região - na vaga pertencente à OAB-PE - devem regularizar o mais rápido possível a sua situação. Isso porque, de acordo com o edital publicado no dia 28 de dezembro de 2010, só estarão aptos a votar os advogados que estejam adimplentes com a OAB-PE até o dia 14 de março de 2011 - um mês antes da data prevista para a eleição.


Os pagamentos feitos depois desse prazo não servirão para a aptidão eleitoral. A OAB-PE lembra que essa é a primeira vez que a eleição para escolha da lista sêxtupla do TRT-6 é feita com a consulta direta aos advogados pernambucanos. "É uma grande oportunidade para toda a advocacia participar desse processo democrático. Por isso, é importante estar em dia com as anuidades", explica o secretário-geral da OAB-PE, Pelópidas Soares Neto.

Ele informa ainda que não haverá ampliação do prazo, ficando a data limite para quitação das dívidas o dia 14 de março. Fique em dia e participe das Eleições.

Fonte: site da OAB/PE em 03/03/2011.

02 março, 2011

Porque os países são diferentes

Recebi um e-mail que transcrevo na íntegra, não por sua profundidade, mas exatamente pela simplicidade e propriedade. Espero que possa influenciar pelo menos mais uma pessoa em sua "atitude" em ver e mudar as coisas, nosso país e nossas vidas.

PORQUE OS PAÍSES SÃO DIFERRENTES

Investigações demonstram que a diferença entre os países pobres e os ricos não é a idade. Isto pode ser demonstrado por países como Índia e Egito, que têm mais de 2.000 anos e ainda são muito pobres.





Por outro lado, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, que apenas 150 anos atrás eram desconhecidos, hoje são países desenvolvidos e ricos A diferença entre países pobres e ricos tampouco está nos recursos naturais disponíveis.



O Japão possui um território limitado, 80% montanhoso, inadequado para a agricultura e a criação de gado, mas é a segunda economia mundial. Este país é como uma imensa fábrica flutuante, importando matéria-prima de todo o mundo e exportando produtos manufaturados.

Outro exemplo é a Suíça, que não produz cacau, mas tem o melhor chocolate do mundo. Em seu pequeno território cria animais e cultiva o solo durante apenas quatro meses no ano. Não obstante, produz laticínios da melhor qualidade. É um país pequeno que oferece uma imagem de segurança, ordem e trabalho, transformando-o no caixa-forte do mundo.

Executivos de países ricos que se relacionam com países pobres evidenciam que não existe diferença intelectual realmente significativa. A raça, a cor da pele tampouco são importantes: imigrantes qualificados como preguiçosos em seus países de origem são a força produtiva de países europeus ricos.


Onde está, então, a diferença? A diferença é a atitude das pessoas, moldada no decorrer dos anos pela educação e pela cultura.

Ao analisar a conduta das pessoas nos países ricos e desenvolvidos, constatamos que a grande maioria segue os seguintes princípios de vida:

1. A ética, como princípio básico.
2. A integridade.
3. A responsabilidade.
4. O respeito às leis.
5. O respeito pelos direitos dos demais cidadãos.
6. O amor pelo trabalho.
7. O esforço para economizar e investir.
8. O desejo de superar.
9. A pontualidade.

Nos países pobres, apenas uma minoria segue esses princípios básicos em sua vida diária. Não somos pobres porque nos faltam recursos naturais ou porque a natureza foi cruel conosco.
Somos pobres porque nos falta atitude. Nos falta vontade para cumprir e assumir esses princípios de funcionamento das sociedades ricas e desenvolvidas.

SOMOS ASSIM POR QUERER TOMAR VANTAGEM SOBRE TUDO e TODOS.

SOMOS ASSIM POR VER ALGO QUE ESTÁ MAL e DIZER: “DEIXA COMO ESTÁ”.

DEVEMOS TER ATITUDES e MEMÓRIA VIVA SÓ ASSIM MUDAREMOS O BRASIL DE HOJE!

Provavelmente você é uma dessas pessoas que faz a diferença e luta para mudar nossa sociedade corrupta e sem princípios. Mas não esqueça que ainda existem muitos necessitando entender que a falta de princípios é a raiz da miséria.

Os pensamentos geram atitudes.
Atitudes geram hábitos.
Hábitos geram um estilo de vida.
Estilo de vida é o reflexo do caráter.
O caráter de um povo é o reflexo daquilo que ele pensa.
E seus representantes no governo, por isto, não pensam diferente.

Nós somos o que pensamos e não o que pensamos que somos.


Traduzido por Jorcelangelo L. Conti

24 fevereiro, 2011

Fragmentos da desintegração de uma república (1)

A aprovação de determinação legislativa de que um mero reajuste de um salário mínimo seja feita por meio de decreto do poder executivo foge dos ideais republicanos que este país agoniza em conservar. Na verdade, a megalomania totalitarista fisiológica que o atual governo federal persegue, compromete a verdadeira democracia, baseada, não em decisões negociadas por uma minoria representativa, mas de ideais historicamente estabelecidos.
Um desses ideais republicanos é a simplicidade democrática para discutir questões por meio dos seus representantes, respeitadas as atribuições de cada poder. Desrespeitar essas atribuições básicas da separação dos poderes é uma afronta à democracia e ao ideal republicano.
O ideal republicano é cláusula pétrea constitucional. Tanto a criação e aprovação de leis que legitimem isso, como a criação de leis por parte do executivo não justificam a direção que, na prática, tal governo lança o país, pelo contrário. Vale lembrar que Saint-Just em seu livro Fragmentos das instituições republicanas já em 1793 prevenia que "...as longas leis são calamidades públicas. A monarquia se afogava em leis... São necessárias poucas leis. Onde elas são muitas o povo é escravo... Aquele que dá ao povo demasiadas leis é um tirano" (p. 45).
Excluir o povo (ou seus representantes) do debate de um assunto tão único como a questão que afeta seu salário, certamente viola os ideais republicanos e a democraacia. Ou será que esses ideais só tem valor quando é conveniente ao poder com seu totalitarismo disfarçado? Não é isso o avesso da liberdade?

16 fevereiro, 2011

Última Flor do Lácio - Olavo Bilac

Muito citada por vários juristas, mas pouco conhecida na íntegra, reproduzo a reflexão sobre nossa bela lingua nacional:


"Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura:
Ouro nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre os cascalhos vela...
Amo-te assim, desconhecida e obscura,
Tuba de alto clangor, lira singela,
Que tens o trom e o silvo da procela
E o arrolo da saudade e da ternura!"

"Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,
Em que da voz materna ouvi: "meu filho!"
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio sem ventura e o amor sem brilho!"